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Dependência Química Formas de Prevenção


Dependência Química Formas de Prevenção

Para alívio de muitos, a dependência química tem formas de prevenção variadas. É claro que não é fácil seguir à risca todas essas formas, mas o importante é que elas existem. São muitas as formas de prevenção e cada um pode criar a sua própria maneira de prevenir a doença. Mas, a título de dar um direcionamento, aqui vão 6 formas para prevenir a dependência química.

1.Procure atendimento psicológico

A dependência química tem formas de prevenção semelhantes a qualquer outra doença. Mas por que é tão difícil se livrar dela? Por que abandonar o vício das drogas se torna uma batalha travada? Essa dificuldade se explica no fato da força que a droga tem sobre a vida do sujeito. Afinal, com a dependência química já instalada, certamente o indivíduo já perdeu o controle sobre o uso.

Para conhecer as formas de prevenção da dependência química , a ajuda de um psicólogo é fundamental. O indivíduo que faz isso de uma substância tóxica, faz por alguma razão. Geralmente, utiliza a droga como uma válvula de escape para alguma situação que não está conseguindo lidar. Com a terapia, o sujeito terá a possibilidade de conhecer quais são essas dificuldades. Ele encontrará formas de vencê-las sem ser pelas drogas.

2.Evite lugares onde há presença da droga

É possível considerar a relação entre dependência química e formas de prevenção. Essa relação existe e uma das formas de prevenir a doença é evitar lugares onde possa encontrar a droga. O toxicômano já perdeu o controle sobre o consumo das drogas. Logo, se ele estiver em local que sabe  que se encontrará com a substância, ele vai querer utilizar. A tendência é a situação só se agravar. Por isso, é melhor prevenir do que remediar.

3.Peça ajuda de pessoas próximas

A dependência química tem formas de prevenção diversas. Uma delas é pedir ajuda de pessoas próximas. O ideal em qualquer tratamento é a presença da família. Os especialistas no assunto entendem que a família é o laço sanguíneo mais forte que o indivíduo possui. Consideram que os familiares precisam ser suporte. Neste sentido, eles é quem vão ajudar o indivíduo a controlar o uso, a motivar no tratamento.

Entretanto, os indivíduos possuem singularidades diversas. Cada um carrega histórias de vida jamais imaginada. Por esse motivo, nem todos os dependentes químicos possuem família. Nem todos tem familiares próximos. Em casos assim, é fundamental que o dependente peça ajuda da pessoa mais próxima. Não importa se tem grau parentesco ou não. O importante é pedir ajuda a alguém que tenha uma boa relação com o sujeito.

4. Evite consumir outras drogas

O quadro de dependência química se agrava quando o indivíduo passa a consumir outros tipos de drogas. Se o sujeito já luta com o alcoolismo e passa a consumir maconha, por exemplo, a dependência se torna muito mais intensa. Isso acontece porque cada tipo de droga tem um potencial diferente para a dependência química. Quanto mais os tipos de drogas consumidas, maior é o nível de dependência.

Além disso, uma droga já pode provocar outras doenças. Consumindo mais de um tipo de droga, a situação tende a piorar. Há drogas inclusive que possuem efeitos irreversíveis. A heroína é um exemplo dessas. Apesar de não ser tão comum no Brasil, a heroína causa dependência rapidamente. Dependendo do tempo e da quantidade de uso, a heroína pode levar à morte em poucos instantes.

5. Evite os momentos de solidão

São nos momentos de ociosidade que a tentação para as drogas surge. São nos momentos de solidão que a o indivíduo se encontra consigo mesmo. Começa a refletir sobre os problemas, sobre a vida. Em busca de um conforto, de um escape, a droga passa a ser a primeira opção. Por isso, evite momentos de solidão. Esteja sempre rodeado de pessoas. E se possível, procure desabafar com elas.

6. Continue se tratando

Infelizmente, a dependência química é uma doença que não tem cura. Isso ocorre porque, uma vez a substância química contida no fluxo sanguíneo, o organismo já se acostuma com a droga. O tratamento objetiva o controle do sujeito sobre a droga. Por isso, mesmo se você achar que já está forte, não deixe de ir ao médico. Uma pequena recaída já é suficiente para o vício voltar com força total.

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